a rotina ainda não é costume, ele, por hora, habitua-se a algumas regras. Todavia quando chega-se ao ponto de não mais haver surpresas no cotidiano, ele falha, foge do correto e esperado; E essas manias tortas demoram a ir embora ou nem chegam a ir. Faz-se preciso disciplina para voltar a ser como antes, coisa a qual ele não foi apresentado.
O despertador toca uma, duas, três vezes; passam uma hora ou mais. A mãe chama. Um grito ao olhar pro horário. Um pulo da cama. Pressa. Mas ah, nem adianta; o ônibus já se foi, alguns ônibus já se foram... Já era.
Andando rápido, olhando a hora, já de mau humor, está atrasado como sempre.
Geralmente tem aquelas pessoas, velhinhos de bem com a vida, os que trabalham por ali, que o cumprimentam e comentam do tempo. "Hoje tá frio, hein?!" Dia sim dia não ele queria poder ignorar, outros, acha graça.
E chega. Mesmo que não seja repreendido e que os demais não se admirem com o fato, ele sente vergonha. De não conseguir cumprir nem com a coisa mais simples das que tem como ''dever''.
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