As dúvidas e o medo sobrevoam meus pensamentos sem previsão de término. Me perco entre o certo e o errado. O conhecido e o desconhecido. Vasculho em mim, respostas. No passado. No presente. E nas possibilidades futuras. Chego a admitir que não há como continuar. Hora seu olhar me expulsa, hora me busca. Meu conforto é saber que ao seu abraço tudo parece igual, sempre o mesmo. E há coisas que não são explicáveis, apenas sentidas. A que mais me complica é minha cabeça. A que eu acho que me traz razão. O que resta é a esperança.

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