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terça-feira, 20 de março de 2012

Uma Caixinha

Achei uma caixinha. Aparentemente pequena, mas que cabe bastante bastante bastante coisa. Bastante coisa que quero "encaixar". Me confundo só de olhar pra tanta coisa. De pensar em guardar tanta coisa. Aos poucos, começarei a guardar essas coisas minhas lá dentro. De pouquinho em pouquinho vou lotá-la. Já joguei algumazinhas lá. É um pouco difícil de guardar coisas nela, é difícil de entrar, é muito estreito. Imagino que para tirar também não seja muito simples, mas pretendo não retirar nada lá de dentro, só colocar. Tem coisas que quando pensamos em botar em algum canto, queremos agarrar e não guardar mais. E então nos apegamos mais a razão, nos dizemos que não necessitamos mais daquilo... Nos convencemos. Nos desprendemos. Nos prendemos a outras coisinhas. Não sei se esse efeito é temporário. Não sei se quero descobrir. 
Quando a caixinha estiver bem gordinha, eu a guardarei. Em um lugar que eu não vou saber. Que eu não vou lembrar. Que eu não sei ainda. Nem como se faz algo desse tipo. Nem sei se vou aprender... 

Eu não sei. Não sei.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

I'm

Quem eu sou? Por que sou? Por que não sou? Por queeeeeeeee? Que diabos é a vida? 


Quem, afinal, nunca ficou se definindo por aí ou pra si mesmo? Não sei porque mas a gente tem essa coisa chata de ficar se encaixando, se limitando, se definindo isso e aquilo. Eu vivo tentando me entender e me encaixar em qualquer coisa que seja, - chego a definir outros -  tentando assim, achar meios e saídas for problems of life.

Só que, amigo, isso tudo é bobagem. A gente muda muito, o tempo todo. Porque aprendemos muito com a vida. E aprender muda nossos pontos de vista e nossas atitudes. Viver nos muda. Muda nossos gostos. O que gostamos de comer, de beber, de ver, de ouvir, de sentir, de ser mesmo.

Não é nada demais mudar. Não é pecado. Não ligue se ontem não curtia uma pessoa e hoje começou a pensar diferente. Se você REALMENTE começou a pensar diferente, né.

Sabe, tô poco me lixando se você acha que sou incoerente ou hipócrita. Eu sou só gente. De carne e osso. Que NÃO tem que viver dentro de um cubo fechado, sem horizontes. Evoluir e mudar é saudável. :)


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Domingão a tarde e calorZÃO.

E aqui estou eu:

Comendo salada de frutas com leite condensado, porque né, pra mim quanto mais doce MELHOR, e sentada no sofá sem perspectivas pra amanhã... Segunda-feira em que eu realmente (as aulas voltaram dia 01, BUT) vou voltar as aulas... E eu tava tão animadinha pra esse segundo ano de Direito... E no fundo eu to ainda.
Mas eu sou assim, quando não estou DE BEM COM A VIDA, a ultima coisa que eu quero fazer é ir pra um lugar cheio de "gente estranha" e nenhum amigo. Nenhum rosto que eu realmente conheço pra poder olhar.

Sorrisos educadinhos nada sinceros.

Estava lendo (dei uma paradinha) blogs/tweets/links variados e... e querendo comprar um iPhone, até fechei essa página já pra evitar prejuízos...

Tô tentando aquela filosofia de nada-importa-preciso-estudar-muito-e-nada-ao-meu-redor-me-impedirá-nem-a-ausência-nem-a-presença...

Só que NÃO TÁ FÁCIO, BRASEEL!

Eu não sei como lidar com essas pessoas tão diferentes de mim. Quando eu paro de fingir que tá tudo bem, eu me toco. Percebo o quanto eu sou UM PEIXE FORA D'AGUA.

Acho que o problema de todas as minhas relações sou eu. E a culpa de tão pouca coisa dar certo na minha vida...

Nos meus monólogos pessoais eu sempre saio da conversa convencida de que vou fazer diferente, ou que não vou me sentir sozinha, ou que isso e aquilo não importa na verdade, ou que não preciso de... ou que...

Vou tentar erguer a cabeça e não só fingir que as coisas vão dar certo...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Um, dois, três ou mil.
Não importa a quantidade nem a gravidade, todos temos e sempre teremos problemas. É normal ter problemas! Isso não torna ninguém mais ou menos merecedor de nada nesta vida.
Respeito as dores alheias - ou pelo menos sei que devo - e quero que respeitem as minhas malditas dificuldades, as malditas dores que tenho que enfrentar, como você também tem.
Problema é problema. Merda acontece com todo mundo. Não se sinta melhor por sofrer mais que os outros.
E quero assumir um problema: Não tenho muitos (ou nenhum?) amigos de verdade.
Amigos com letra maiúscula. Amizade com verdade, com companheirismo, com sinceridade, com liberdade, confiança, coração aberto, proximidade, amor. E não é porque não quero, acho que não aconteceu, sei-lá.
Não tenho para quem contar os meus problemas. E sabe o que eu faço? Conto para eu mesma. Várias e várias vezes, até eu entender que o problema tem solução.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

E a rotina

Estive pensando essesdias...

Todos se acostumam com a vida né? Com suas rotinas, suas obrigações, gostando ou não. Sempre vai ter algo que você vai odiar e odiar; E todos vão te dizer que você está errado em ODIAR e ODIAR. Daí você tenta não odiar as vezes, e acaba uma hora ou outra acostumando e aceitando conviver em quanto for necessário, ou até mesmo se convencendo de que não é tão insuportável na realidade.

Percebi que quanto mais eu falo que tal coisa está/é ruim, mais fica difícil de conviver ou ignorar aquilo. Porééém, se eu tento ''fingir'' que nem me incomoda e ligo o foda-se, fica beeeeem mais fácil de engolir.

Enfim, sei que vou pensar positivamente pra coisas positivas acontecerem! Haha :*

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Oi, 2011!

Eu não havia parado para refletir sobre o ano que passou. Não até ontem. Na verdade não foi nenhuma reflexão. Pensei brevemente no ano que ta aí e no que se foi. E cheguei a conclusão de que 2010 não foi tão mau assim.

Reclamei muito da vida. Cooomo reclamei! Mas foi um bom ano. Vou ter boas recordações dele.

Terminei a escola, brother! Consegui passar de ano dessa vez! :$

Completei meus dezoitos anos.
E etc...

O que vale é conseguir crescer/aprender pelo menos um pouco a cada etapa.

Ótimo 2011!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Das coisas

Vontade de... ser diferente. Talvez, beeem diferente.

Primeiramente, queria ser útil. Útil para aqueles que me rodeiam. Conseguir auxiliá-los de verdade. Amenizar, pelo menos parcialmente, suas dores, angústias, seus problemas... Facilitar o caminho de volta para seus risos quando fosse necessário. Saber algumas das respostas quando as dúvidas não cessassem. Conseguir impulsionar-los na direção correta, quando por ventura, estivessem perdidos. Simplesmente ajudar.

Quantas vezes, eu vi precisarem de mim, e não fazia a mínima ideia de como proceder? Quantas vezes senti também a dor, de algúem importante e mesmo assim não consegui ser... amiga?

"Confortar com palavras", é uma tentativa... Ainda sem sucesso, porque as palavras nem sempre são capazes de formar-se por completa, ou então, não são capazes de confortar. Já ouvi tanto que palavras sozinhas não valem de nada. E se você é só um amontoado de palavras, então... Não valhe de nada. Valor nulo. Vazio. Acho que ninguém gosta disso.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

gostos


É normal do ser humano apreciar o que o próximo tem de semelhante consigo. É normal que algo que é almejado ou apreciado ou olhado com bons olhos pela maioria ou por mais de uma pessoa em um ambiente, seja considerado o legal da coisa toda. Mas bem, não é sempre assim que acontece, tem mil opções para serem escolhidas, preferidas, em toda a coisa. Então é mais que certo que vamos escolher coisas diferentes dos gostos alheios, porque somos diferentes, temos visões e percepções diferentes de quase tudo, às vezes nos adaptamos às visões alheias apenas por preguiça de pensar mais nas nossas próprias ou expô-las. Surge até certo constrangimento às vezes na hora de citar algum desgosto nosso, na frente de apreciadores da tal coisa, porque dá vergonha ser o diferente da coisa toda. Porém, a culpa não é só da sua falta de personalidade em assumir-se, seja qual for a circunstância, e sim, a falta de um pouco de respeito do restante da coisa, que olha a diferença com um bocado de estranheza. O lance da coisa toda é que cada um tem seu próprio ver, seu próprio sentir, seu próprio ouvir... Permita-se ou permita-nos então, se for o caso, não gostar de chocolate, de Paris, de Beatles, de café, de Milk Shake, de amendoim, de tudo ou de nada. O diferencial de cada um, sua peculiaridade, quando espontânea, devia mais valorizar que desvalorizar.